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Como praticar o Programa de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH)?

Por

Em tempos como estes é mais importante do que nunca manter os hospitais seguros e disponíveis para as pessoas, evitando a todo custo a permanência prolongada de pacientes, resultando em leitos lotados. É especialmente ruim e imperdoável, quando essa permanência prolongada se dá por conta do descuido do próprio hospital, como por exemplo as infecções. 

A infecção hospitalar, no caso, é definida como aquela que é adquirida após a internação do paciente, podendo não só causar riscos à saúde do internado, mas também atribuindo maior tempo de internação gerando mais custos, além de ser uma das maiores causas de morte durante a hospitalização. Estimativas consideradas otimistas segundo o jornal O Estado de São Paulo, esse tipo de infecção é detentora de mais de 50 mil óbitos por ano no Brasil. 

As principais causas da Infecção Hospitalar são: esterilização e desinfecção inadequada dos artigos e equipamentos, quebra de rotinas de limpeza do hospital, quebra dos procedimentos de rotina da enfermagem e médica, e falta de biosegurança.

Vamos nos concentrar neste texto sobre Controle da Infecção Hospitalar. 

PCIH e CCIH?

O Programa de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH) é um conjunto de ações desenvolvidas deliberada e sistematicamente, com objetivo da redução máxima possível da incidência e da gravidade das infecções hospitalares. Para que o PCIH seja executado apropriadamente, os hospitais deverão constituir uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e um Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (NCIH), seus membros sendo indicados pelo diretor clínico ou responsável técnico da instituição.

O CCIH mantém os índices de infecção nos valores considerados aceitos pelo Ministério da Saúde, seguindo rigorosamente normas e portarias específicas da Vigilância Sanitária, promovendo ações de prevenção às infecções. Junto à Direção do Hospital, a comissão planeja, elabora, implementa, mantém e avalia o PCIH. A Comissão deve realizar reuniões periódicas, no mínimo bimensal, obrigatoriamente registrada em ata. 

O Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (NCIH) são aqueles que irão avaliar as ações do CCIH, quase como um papel executivo, constituído de profissionais com carga horária exclusiva para ações de prevenção e controle de infecção hospitalar. 

Também são eles que irão realizar investigação epidemiológica de surtos e implantar medidas de controle; atuar junto aos diversos serviços do hospital em programas de educação continuada; e são eles que preenchem o Roteiro de Inspeção do Controle de Infecção Hospitalar que foi regulamentado pela Resolução – RDC n.º 48, de 2 de junho de 2000.

O PCIH começou a ser regulamentado em 1983, com a Portaria MS n.º 196/83, que foi revogada e substituída pela Portaria MS n.º 930/92. Atualmente, está em vigor a Portaria n.º 2616/GM, de 12 de maio de 1998. Essa lei fala da obrigatoriedade dos hospitais manterem um Programa de Infecções Hospitalares e o controle do mesmo. O descumprimento das normas aprovadas por esta Portaria sujeitará o infrator a processos e as penalidades.

Como implementar o PCIH?

1. Composição

Como já dissemos, o PCIH precisa automaticamente de uma CCIH, que deve ser composta por profissionais da área de saúde, de nível superior, formalmente designados e constituída de no mínimo um representante dos seguintes setores: corpo clínico, enfermagem e administração.

É recomendável que a CCIH tenha a seguinte constituição: 

  • Um representante do corpo clínico; 
  • Um Representante da Diretoria Administrativa;
  • Um Representante da Farmácia; 
  • Um Representante do Laboratório de Microbiologia; 
  • Um Representante da Diretoria de Enfermagem; 
  • Membros do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar.

É importante lembrar que os membros da Comissão devem ter horas disponíveis para estas atividades por se tratar de um trabalho difícil que requer muito tempo, eficiência e vigilância permanente para que possa atingir seus objetivos.

O número de pessoas que farão parte do programa varia e depende do tamanho do hospital ou clínica, então é importante fazer uma avaliação do hospital para saber quantos membros de cada setor farão parte do programa. Compete à Diretoria Clínica e Administrativa do hospital suprir os profissionais que serão contratados e lotados com carga horária específica para o NCIH.

Porém, os membros do NCIH devem ser especificamente: 

  • Médico, preferencialmente infectologista, com experiência em controle e prevenção de infecções hospitalares e carga horária específica para ações de controle de infecções hospitalares; 
  • enfermeiro (6 horas/dia) com experiência em controle e prevenção de infecções hospitalares; 
  • E para cada 200 leitos ou fração adicional, deve ser acrescentado um médico e uma enfermeira com experiência em controle de infecções hospitalares;

2. Estrutura

A área física destinada para o funcionamento de uma CCIH dependerá do tamanho e condições de cada hospital, bem como do número e gravidade da ocorrência de infecções.  O mínimo seria uma sala para chefia e reuniões, secretaria e arquivo, laboratório para bacteriologia epidemiológica.

3. Controle

Ao montar uma Comissão, deve-se montar o seu próprio programa, partindo de um minucioso diagnóstico situacional de seu hospital, dando prioridade às áreas chamadas críticas.

As atividades podem ser agrupadas em:

Controle do ambiente

Manter o controle das infecções em todas as áreas do ambiente hospitalar, dando, porém, prioridade às áreas críticas. Assim os esforços da Comissão estarão voltados para:

  • Elaboração, controle e atualização de normas e rotinas referentes à limpeza e desinfecção dos ambientes, estabelecendo a frequência, tipo de desinfetante, dando ênfase especial às áreas críticas: centros cirúrgicos, obstétrico, berçário, sala de recuperação pós-anestésica, unidade de terapia intensiva, pediatria, isolamento, serviço de Nutrição e Dietética.
  • Programas de treinamento e atualização sobre limpeza e desinfecção de ambiente.
  • Controle das desinfecções concorrentes.
  • Controle das desinfecções terminais.

Controle de pessoal

  • Em casos de pacientes: controle, supervisão e isolamento de qualquer caso suspeito ou confirmado e supervisão do preparo do campo operatório em pacientes cirúrgicos. 
  • No caso dos visitantes: controle dos horários e número de visitas por paciente, limitação de idade para visitantes e orientação sobre a transmissão de infecções e infecção cruzada. 
  • No caso dos próprios médicos e trabalhadores: treinamento e atualização, para todos, desde a equipe de limpeza até o Administrador, nas técnicas assépticas; estabelecer critérios exigentes para a indicação dos responsáveis pelos Serviços de Limpeza e Lavanderia; dar condições materiais e humanas para que a comissão possa desenvolver seus trabalhos; estabelecer uma rotina de atendimento e prevenção aos profissionais expostos a doenças transmissíveis no ambiente hospitalar com particular atenção aos acidentes envolvendo materiais perfurocortantes contaminados e fluidos corporais.

Controle dos produtos químicos

Cabe ao CCIH a seleção dos produtos químicos (germicidas, desinfetantes, antissépticos, agentes de limpeza), o controle da sua aquisição e eficácia; e a elaboração de normas e rotinas quanto ao uso dos mesmos.

Esse foi um breve resumo para começar a estabelecer a sua Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. É válido lembrar que as empresas terceirizadas que ficam responsáveis pela limpeza, higienização e desinfecção de hospitais, como à Morhena, respondem diretamente à CCIH do hospital sobre todos os procedimentos, rotinas e possíveis ocorrências. 

Inclusive à Morhena possui um enfermeiro padrão de CCIH no seu próprio time para treinar as equipes destinadas à limpeza em áreas da saúde nos maiores critérios sobre prevenção de controle de infecções.

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