• Categorias
    • Áreas de Atuação
    • Facilities
    • Gestão
    • Limpeza e Conservação
    • Limpeza Hospitalar
    • Limpeza Urbana
    • Novidades da Morhena
    • Portaria Virtual
    • Sustentabilidade
    • Terceirização
  • Materiais Gratuitos
  • Assine
  • Visite nosso site
  • Nossos serviços
  • Fale conosco
  • Solicite um orçamento
  • Visite nosso site
  • Nossos serviços
  • Fale conosco
  • Solicite um orçamento
Blog
Corporativo
  • Categorias
    • Áreas de Atuação
    • Facilities
    • Gestão
    • Limpeza e Conservação
    • Limpeza Hospitalar
    • Limpeza Urbana
    • Novidades da Morhena
    • Portaria Virtual
    • Sustentabilidade
    • Terceirização
  • Materiais Gratuitos
  • Assine

Entenda o que são riscos biológicos e as consequências de não evitá-los.

Por

Quando nós pensamos em riscos biológicos, é bem comum pensar direto nos filmes de ficção científica que vemos  nos cinemas: contaminações desenfreadas, uma situação não muito diferente do que estamos vivendo agora com o COVID-19, sejamos sinceros.

Mas você sabe o que é, realmente, um risco biológico? 

O que é risco biológico

Riscos biológicos é a definição de qualquer substância biológica que seja prejudicial para pessoas, animais ou meio ambiente. Essas substâncias incluem fluidos corporais, tecido humano, sangue, vômito, etc.

Eles são identificáveis como itens que estão contaminados por bactérias, vírus, parasitas, protozoários, fungos e bacilos que, se não bem cuidados, podem causar até a morte, como agulhas, bisturis, objetos não esterilizados, e até carne, sangue, ossos de animais também portadores de doenças contagiosas.

Esses itens são geralmente associados a várias atividades profissionais que favorecem o contato com tais riscos como indústrias de alimentação, coleta de lixo, laboratórios, e principalmente, hospitais. 

Por serem substâncias que podem facilmente causar infecções, é necessário adotar a biossegurança definida como “um conjunto de medidas e procedimentos técnicos necessários para a manipulação de agentes e materiais biológicos capazes de prevenir, reduzir, controlar ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal, vegetal e o meio ambiente”, conforme publicado pelo Ministério da Saúde (MS).

Classificação dos riscos biológicos

Eles são classificados com base em: identificação do risco; identificação das possíveis fontes geradoras; os meios de propagação desses agentes; o possível dano que a infecção pode causar, se existe tratamento para a infecção causada e qual o risco de uma propagação coletiva.

Com base nisso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou uma classificação para os riscos biológicos, para que haja medidas de prevenção mais efetivas e sem desperdícios. 

  • Classe de Risco 1: agentes biológicos que apresentam pequena ou nenhuma capacidade de gerar danos ao trabalhador e seu risco de propagação é baixo. Inclui os agentes biológicos conhecidos por não causarem doenças no homem ou nos animais adultos sadios. Exemplos: Lactobacillus spp. e Bacillus subtilis.
  • Classe de Risco 2: apresentam uma moderada capacidade de gerar danos ao trabalhador e baixo risco de propagação no ambiente de trabalho ou comunidade como, o vírus da rubéola e Schistosoma mansoni. São agentes que podem causar doenças em pessoas e animais, mas há tratamentos.
  • Classe de Risco 3: agentes biológicos que podem causar sérios danos ao trabalhador e têm risco moderado de propagação e possuem a capacidade de transmissão, pessoa a pessoa, e, especialmente por via respiratória. Estes agentes biológicos podem transmitir doenças graves e fatais como, a febre-amarela e o HIV.
  • Classe de Risco 4: agentes biológicos de alta periculosidade, sem tratamento eficaz e que apresentam risco para toda a sociedade, pois, têm alto poder de propagação. Um exemplo, é o ebola, que não tem um tratamento eficaz, muitas vezes leva ao óbito do paciente, e têm facilidade de propagação.

A contaminação pode vir por meio de cortes expostos, feridas superficiais, contato mão no olho, mão e boca ou até mesmo perfuração na pele.

As consequências 

Os danos podem ser muito variáveis dependendo da classificação do agente patológico e do tipo de transmissor. Ou seja:

  • Bactérias: Podem causar desde uma infecção alimentar a até mesmo doenças graves como pneumonia, tuberculose e meningite.
  • Vírus: Causam nos trabalhadores desde simples resfriados a doenças como, hepatite, sarampo, caxumba e em casos mais extremos, doenças pandêmicas como HIV, Ebola e a nova COVID-19.
  • Fungos: Os fungos existentes no ambiente de trabalho podem ser causadores de micoses, candidíase, dentre outros tipos.
  • Protozoários: Podem causar desde problemas no intestino até a doença de chagas.

Outros detalhes sobre os agentes biológicos e a classe de risco que representam estão disponíveis na publicação da Norma Regulamentadora (NR 32), que visa estabelecer diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde das pessoas que mais têm contato com tais agentes. 

Como se precaver

A melhor maneira de prevenir essas doenças é realizar o descarte correto dos materiais hospitalares e manter a higienização do local frequente.

O tratamento de prevenção de riscos biológicos em um hospital deve seguir as orientações criadas pela ANVISA:

  • Usar trajes de proteção como Equipamento de Proteção Individual (EPI). Esses trajes incluem luvas quando as atividades a serem desenvolvidas exigirem contato com fluidos corpóreos (soro, plasma, urina, ou sangue total); protetor facial, como óculos de segurança e máscara, principalmente quando houver possibilidade de espirros de fluidos; além de jalecos de manga longa e sapatos que jamais devem ser usados fora o ambiente de trabalho;
  • Não levar luvas para áreas externas do laboratório e lavar as mãos quando sair da área hospitalar;
  • Não beber, comer ou aplicar cosméticos no ambiente hospitalar;
  • Utilizar materiais de limpeza ideais e usando técnicas corretas para a higienização e desinfecção de agentes biológicos;
  • Higienização e desinfecção frequente das mãos, roupas e ambientes;
  • Manter frascos de materiais infectantes sempre vedados, quando não forem manuseados, além de estabelecer padrões ou procedimentos rígidos sobre o manuseio, estoque, transporte e uso de objetos perfurocortantes;
  • Elaborar e implementar Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfurocortantes conforme as diretrizes estabelecidas no Anexo III da NR 32;
  • Contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais a identificação dos riscos biológicos prováveis por consequência da localização geográfica e da característica do serviço de saúde e seus setores.
  • Descartar corretamente todos os resíduos e equipamentos utilizados que oferecem riscos ao ambiente externo;
  • Limitar ao máximo o número de funcionários expostos aos riscos;
  • Instalar sistemas de esterilização do ar;

As normas da ANVISA devem ser aplicadas também em clínicas, laboratórios, centros de pesquisa e consultórios, prevenindo a contaminação dos colaboradores, pacientes e danos ao meio ambiente.

Todo setor de saúde deve ter um plano de emergência  caso o pior aconteça. Esse plano deve conter informações referentes a: avaliação do bio-risco, gerenciamento e descontaminação para cada acidente possível, tratamento médico de emergência para o pessoal lesado, levantamento médico e acompanhamento clínico do pessoal exposto e investigação epidemiológica.

Dentre outros tipos de acidentes devem ser incluídos nos planos o seguinte: quebra de recipiente com material em cultura; infecção acidental por injeção, corte e abrasão, ingestão acidental de materiais contaminados, fogo, vandalismo, entre outros.

Neste texto discorremos sobre a definição de riscos biológicos e as consequências de não evitá-los. Fique a vontade para se aprofundar mais nesse assunto com outros textos de nosso site. Indicamos os textos 10 dicas de segurança para evitar riscos biológicos em hospitais e Por que uma limpeza hospitalar incorreta pode ser perigosa? para o tema de riscos biológicos. 

Conheça nossos serviços
Saiba mais
Categorias
  • Limpeza Hospitalar
Ebook
Guia definitivo da redução de custos em facilities

Conteúdos relacionados

Riscos biológicos: conheça as principais normas de biossegurança para evitá-los
Quais são os riscos do manuseio incorreto de lixo hospitalar?
Por que a terceirização da limpeza é a melhor opção para evitar riscos biológicos?
Lixo hospitalar: conheça seus impactos na saúde pública
Impactos da limpeza na Hotelaria Hospitalar e os cuidados com o paciente
Ebook
GUIA PARA GERENCIAR EMPRESAS TERCEIRIZADAS

Quer receber mais conteúdos como esses gratuitamente?

Cadastre-se para receber os nosso conteúdos por email!

    Ao preencher o formulário você concorda com os termos de nossa política de privacidade

    Categorias
    • Áreas de Atuação
    • Facilities
    • Gestão
    • Limpeza e Conservação
    • Limpeza Hospitalar
    • Limpeza Urbana
    • Novidades da Morhena
    • Portaria Virtual
    • Sustentabilidade
    • Terceirização
    Materiais Grátis
    • Custos de um Colaborador
    • Seu hospital está pronto para a Equipe Terceirizada?
    • Procedimento Operacional Padrão (POP) para Hospitais
    • Como fazer a Implementação do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH)
    • Você sabe tudo sobre terceirização de serviços?
    • Fazer a limpeza do seu negócio ou terceirizar?
    • Guia Completo: Gestão para Higienização Hospitalar
    • Perfil Síndico: Descubra sua personalidade profissional!
    Outros
      • Visite nosso site
      • Nossos serviços
      • Fale conosco
      • Solicite um orçamento
    Criado por RINO3 Marketing Digital