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Entenda o impacto da geração e mau descarte do lixo hospitalar no Brasil

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Mesmo com o Brasil em “lockdown” em grande parte dos setores no último ano, forçando a maior parte da comunidade a trabalhar “home office”, a coleta de resíduos ainda é um dos serviços considerados “indispensáveis” e que, portanto, não podem parar, por sua importante relação com a proteção do meio ambiente e da saúde humana.

A geração de lixo hospitalar no Brasil, proveniente do atendimento a pacientes ou de qualquer estabelecimento de saúde, que anualmente vinha sendo de cerca de 253 mil toneladas, o que já não era pouco, cresceu 20% desde o começo da pandemia. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), a geração média de lixo hospitalar por pessoa infectada e internada para tratamento de covid-19 tem sido de 7,5 quilos por dia.

Nesse momento tão difícil, em que a pandemia está em seu pior momento, o correto descarte de resíduos contaminados passa ser uma das atividades mais importantes para proteger a vida da população.

Por isso, vamos reforçar aqui as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre acondicionamento e tratamento do lixo hospitalar gerado – da origem ao destino (aterramento, radiação e incineração).

Vamos começar!

1º Passo

Identifique o tipo de material que está sendo depositado em cada lixeira. A Anvisa facilitou essa separação colocando os resíduos hospitalares nas seguintes classes.

  • Grupo A – Potencialmente infectantes: considerado o mais perigoso. São aqueles que contêm agentes biológicos e que apresentam risco de infecção como: bolsas de sangue contaminadas, membranas e excreções. 
  • Grupo B – Químicos: materiais que contenham substâncias químicas e que sejam capazes de causar risco a saúde humana, animal e ao meio ambiente, exemplos: resíduos saneantes, desinfetantes e desincrustante; medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias utilizadas para revelação de exames.
  • Grupo C – Rejeitos radioativos: materiais que possuam radioatividade em carga acima do normal, que não possam ser reutilizados, como: exames de medicina nuclear ou radioterapia. 
  • Grupo D – Resíduos comuns: qualquer lixo hospitalar que não apresente estar contaminado, ou seja, sem a presença de riscos biológicos químicos e radioativos, como: gessos, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis.
  • Grupo E – Perfurocortantes: os materiais que podem causar cortes e perfurações, como: agulhas, escalpes, lancetas e ampolas.

A ideia é evitar que tanto profissionais – sendo eles de dentro ou fora dos hospitais – quanto pacientes se contaminem e/ou que os resíduos acabem indo para aterros sanitários despreparados.

Assim sendo, os rejeitos são divididos em sacolas brancas, vermelhas e pretas para diferenciar cada tipo (resíduos especiais, comuns ou gerais e infecciosos), exceto os produtos perfurocortantes, são colocados em caixas de papelão, por serem mais resistentes e difíceis de rasgar acidentalmente por dentro por algum bisturi descartado, por exemplo.

Os resíduos sólidos devem ser acondicionados em sacos resistentes e impermeáveis, de acordo com a NBR 9191/2000 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

2º Passo 

Nesse passo, os resíduos são levados para os armazenamentos temporários chamados “bombonas”, que são tonéis de plástico que recebem apenas resíduos hospitalares.

O material é pesado e acondicionado dentro desses tonéis até que uma empresa especializada faça o recolhimento. Já o lixo comum é prensado em uma máquina para evitar odores e recolhido por outra empresa. Os dois têm destinos diferentes

3º Passo

Empresas especializadas recolhem, transportam e dão o devido fim, separadamente, aos materiais descartados, da maneira mais ecológica possível.

Uma das práticas mais usadas é a incineração dos lixos infectantes. No entanto, essa prática libera cinzas contaminadas com substâncias nocivas à atmosfera, como as dioxinas e metais pesados, que aumentam a poluição do ar.

Outra técnica utilizada é a esterilização por um aparelho chamado de “autoclave” que mantém o resíduo contaminado em contato com um vapor de água sob pressão, em temperaturas entre 105 e 150 °C. Esse processo é capaz de matar todos os micro-organismos prejudiciais à saúde humana, animal e ambiental.

Embora eficiente, porém, essa prática exige um alto custo, sendo pouco utilizada.

O jeito encontrado para diminuir a utilização desses dois recursos, foi a colocação do lixo em valas assépticas. Sendo assim, a medida mais utilizada. 

A coleta e o Covid 19

Com a chegada da pandemia, os resíduos domésticos passaram a ser, temporariamente, “resíduos hospitalares”. Querendo ou não, com tantas pessoas infectadas, é perigosíssimo descartar qualquer coisa que tenha feito contato com a pele. A principal de todas é o descarte de máscaras, que já vem contaminando os oceanos. 

Já foram vistas máscaras no ambiente marinho e, com o agravamento do problema, elas foram vistas ao longo da linha da maré alta e do litoral, à deriva nas correntes, chegando até a costa. 

Como se adaptar a situação, temos um exemplo com o município de Curitiba, que está fazendo um tipo de quarentena com o lixo coletado que é enviado às associações de catadores parceiras. 

Unidades com espaço nos barracões recebem o material em um ponto do depósito, onde ele fica por, no mínimo, por 24 horas. Só depois desse tempo é que o material vai para triagem. 

Vale lembrar que os profissionais que lidam com esse tipo de produto usam, obrigatoriamente, equipamentos de proteção individual, justamente para evitar qualquer tipo de contaminação ou acidente.

Para o diretor de limpeza pública, Edélcio Marques dos Reis esse é o protocolo adequado para que se evite a propagação do coronavírus e se garanta mais segurança para todos.

Nas unidades de saúde e hospitais, as máscaras e luvas devem ser acondicionadas em sacos vermelhos identificados pelo símbolo de substância infectante. Esses sacos possuem coleta e transporte especializados para Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) e são submetidos a processos licenciados de tratamento, antes de sua disposição final. 

No caso do uso de máscaras e luvas pela população, o descarte deve ser feito no lixo comum, nunca no reciclável. Assim:

POSITIVO para COVID-19:

  • Pare de separar o lixo doméstico;
  • Todos os resíduos gerados na residência devem ser descartados no lixo comum;
  • Use dois sacos plásticos resistentes (um dentro do outro) para descartar seus resíduos e certifique de que ambos estão devidamente fechados;
  • Só coloque os sacos para coleta nos dias e horários determinados em sua cidade;
  • Animais de estimação não devem ter contato com os materiais descartados.

NEGATIVO para COVID-19:

  • Continue fazendo a coleta seletiva como você faz até agora;
  • Se usou máscaras e luvas, descarte-as no lixo comum;
  • Coloque seus resíduos de forma adequada para que os trabalhadores da limpeza urbana não tenham contato com nenhum material descartado;
  • Apresente os sacos para coleta nos dias e horários determinados em sua cidade.

Entenda o impacto da geração e descarte do lixo hospitalar no Brasil durante a Covid-19. Fique a vontade para assinar nossa newsletter para mais conteúdos como este.

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