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Você sabe o que é PGRSS e porque ele vai ajudar na gestão da limpeza hospitalar?

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Já havíamos comentado em outros textos sobre os itens imprescindíveis para uma boa higienização hospitalar, sendo um deles a correta separação e coleta dos resíduos hospitalares. 

Porém, um gerenciamento de resíduos perfeito não significa simplesmente dar uma destinação correta para o lixo. Vai muito além disso, incluindo a preparação desse lixo e o transporte do mesmo. 

Você precisa de um PGRSS! 

O que é PGRSS?

Sigla para Programa de Gerenciamento de Resíduos Serviços de Saúde, o PGRSS é um documento técnico que estabelece ações para lidar com todos os resíduos provenientes da área da saúde humana e animal, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção da saúde dos trabalhadores, da comunidade e do meio ambiente.

O PGRSS é obrigatório a todos os serviços que prestam assistência à saúde, como: hospitais, clínicas, unidades de saúde, drogarias, farmácias; e até por profissionais cujo trabalho podem acabar causando infecções nos clientes, como, por exemplo, os estúdios de tatuagem.  

O programa deve ser elaborado por profissionais competentes, que possuem os conhecimentos necessários para sua elaboração e implementação, seguindo os critérios estabelecidos pelos órgãos de vigilância sanitária. Este profissional deve ser habilitado pelo seu conselho de classe, e deve apresentar a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, ou Certificado de Responsabilidade Técnica, ou documento similar, para exercer a função de responsável.

Mesmo quando o responsável é capacitado e é rigoroso com sua elaboração, é possível que o órgão ambiental responsável, se necessário, solicite informações adicionais do PGRSS elaborado e exija que a cópia do mesmo esteja sempre disponível para consulta sob solicitação das autoridades, dos funcionários, dos pacientes e do público em geral.

As empresas de saúde que não possuírem o PGRSS serão submetidas a uma série de sanções e penalidades previstas na legislação pertinente ao assunto. 

Treinamento da equipe

O gerenciamento inicia pelo planejamento dos recursos físicos necessários, culminando na capacitação dos recursos humanos envolvidos. Os trabalhadores então devem ter um treinamento completo e rigoroso para lidar corretamente com os resíduos, com o intuito de evitar qualquer tipo de infecção hospitalar. 

Por quê? Simples! A limpeza hospitalar, diferente da limpeza realizada em outros ambientes, possui protocolos próprios, detalhados nos manuais da ANVISA – a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portanto, os profissionais da limpeza precisam ser capacitados, treinados, atualizados sempre!

 O PGRSS geralmente exige de seus colaboradores saibam sobre:

1. Segregação

Consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, estado físico e os riscos envolvidos. 

  • Grupo A (potencialmente infectantes): materiais que possuam presença de agentes biológicos que apresentem riscos de infecção, como: bolsas de sangue contaminadas.
  • Grupo B (químicos): materiais que contenham substâncias químicas e que sejam capazes de causar risco a saúde humana, animal e ao meio ambiente, exemplos: medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raios-X.
  • Grupo C (rejeitos radioativos): materiais que possuam radioatividade em carga acima do normal, que não possam ser reutilizados, como: exames de medicina nuclear.
  • Grupo D (resíduos comuns): qualquer lixo hospitalar que não apresente estar contaminado, como: gessos, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis.
  • Grupo E (perfurocortantes): objetos que possam furar ou cortar, como: bisturis, agulhas, ampolas de vidro e lâminas.

2. Acondicionamento

É ato de embalar os resíduos segregados, em sacos e recipientes apropriados, revestidos, resistentes e que evitem vazamentos. A capacidade dos recipientes deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo. 

Deve ser respeitado o limite de peso de cada saco, além de ser proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento e os sacos devem ser colocados em coletores de material lavável, resistente ao processo de descontaminação utilizado pelo laboratório, com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, e possuir cantos arredondados. 

É obrigatória a conservação dos sacos em recipientes de acondicionamento.

3. Identificação

Os sacos de acondicionamento e recipientes de coleta, além os locais de armazenamento devem ser identificados de forma que permita o reconhecimento dos resíduos neles contidos utilizando-se símbolos, cores e frases, além de outras exigências relacionadas à identificação de conteúdo e ao risco específico de cada grupo de resíduos.

Os colaboradores devem ser treinados para reconhecer cada um dos símbolos e o que significa cada uma das cores.

4. Transporte Interno

Consiste em saber como e quais materiais usar para fazer o transporte dos resíduos dos pontos de geração até local destinado ao armazenamento temporário.

O transporte interno de resíduos deve ser realizado atendendo roteiro previamente definido e em horários não coincidentes com a distribuição de roupas, alimentos e medicamentos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas, ou de atividades, além de ser feito separadamente de acordo com o grupo de resíduos e em recipientes específicos para cada.

5. Armazenamento Temporário

Esses armazenamentos temporários são locais próximos aos pontos de geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado para coleta externa. 

Os resíduos de fácil putrefação devem ser conservados sob refrigeração, e quando não for possível, serem submetidos a outro método de conservação.

O armazenamento de resíduos químicos deve atender à NBR 12235 da ABNT.

6. Tratamento

O tratamento consiste na descontaminação dos resíduos (desinfecção ou esterilização) por meios físicos ou químicos, realizado em condições de segurança pela equipe utilizando os EPIs apropriados e o treinamento para manejar as substâncias químicas.

7. Armazenamento Externo

A guarda dos recipientes em ambiente exclusivo com acesso facilitado para os veículos coletores. Esses veículos transportam os resíduos, que foram separados antecipadamente, para os locais apropriados. 

Como a Morhena pode ajudar?

Como o treinamento é complexo e geralmente os gestores não têm tempo para ensinar e supervisionar a equipe de limpeza, é aí que a terceirização desse serviço aparece como a melhor solução para o problema!

Equipes de limpeza hospitalar como as da Morhena treinam mensalmente seus colaboradores, atualizando-os das melhores práticas, produtos e técnicas, além de sempre garantirem a segurança de seus colaboradores, garantindo também a segurança de seus médicos, enfermeiros, pacientes e visitantes.  

Os serviços terceirizados de limpeza também trazem agilidade e economia para a área da saúde, por conta de aumentar o número de profissionais disponíveis, além de suas capacidades e qualificações, por um menor preço. 

Além disso, sempre há um monitor chefe, cuja única função é supervisionar e averiguar se todas as etapas estão sendo executadas corretamente de acordo com as técnicas e regulamentações da Anvisa. 

 É importante dizer que a Morhena é uma das poucas empresas do segmento que possui certificação internacional pela ISO 9001 no escopo de Limpeza, Higienização e Desinfecção em áreas da saúde. O “Padrão Morhena”, busca sempre a excelência em seus serviços, honrando o compromisso com o cliente, respeitando seus direitos, buscando soluções que atendem a suas necessidades e no prazo esperado.

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