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7 tendências tecnológicas na área de facilites

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A tecnologia tem cumprido bem o papel de aprimorar e modernizar as diversas atividades corporativas, e a área de facilities não poderia ficar de fora. Por meio de novas ferramentas, as instalações são modernizadas, os recursos são melhor aproveitados, o tempo de realização de tarefas é encurtado e os gastos com manutenção são reduzidos. Essas são apenas algumas das vantagens que a tecnologia já proporciona ao setor.

No entanto, quais avanços estão reservados para o futuro desse mercado? É o que vamos descobrir adiante!

Listamos, neste post, 7 tendências tecnológicas relacionadas à gestão de facilities que certamente vão surpreendê-lo positivamente. Ficou curioso? Continue a leitura e confira!

1. Internet das Coisas (IoT)

Essa é uma tendência global. No contexto das facilities, a IoT (Internet of Things) transformará ainda mais os ambientes a partir de uma interconectividade mais eficiente.

Ferramentas — como sensores e termostatos — trabalharão integradas à internet, avaliando o ambiente e fornecendo dados importantes para reduzir a quantidade de energia utilizada para a execução das tarefas.

Por exemplo, cada sensor pode ser posicionado em áreas distintas de um edifício para informar às equipes de facilities a temperatura atual, o nível de luminosidade e até mesmo o volume de som das instalações. Isso é bastante útil para manter o espaço sempre agradável, com iluminação, clima e nível de ruídos controlados.

Além disso, nota-se que essa tendência também melhora a eficiência energética de edificações, pois, com os sensores, é possível detectar a presença de pessoas. Desse modo, a temperatura é ajustada conforme a necessidade.

À medida que os sistemas de sensores tornam-se mais acessíveis, eles são cada vez mais usados nas edificações para coletar dados, inclusive para contribuir para a saúde dos funcionários. Por exemplo, sensores de pressão instalados nas cadeiras podem perceber se o colaborador está sentado por um período muito longo. Com isso, uma mensagem pode ser enviada para que ele faça uma pausa e realize exercícios de alongamento.

Os sensores também permitem mapear os prédios e detectar aspectos estruturais e humanos. Essa visão ajuda o gestor a perceber quais áreas são pouco utilizadas ou quais espaços merecem maior atenção na prestação dos serviços. Todos esses usos das tecnologias IoT contribuem para um gerenciamento mais sustentável das instalações.

2. Gerenciamento de empreendimentos via mobile

A popularização dos dispositivos móveis — associada ao avanço da computação em nuvem — contribui significativamente para a mudança na forma como a gestão e a execução de atividades na área de facilities são desempenhadas.

Hoje, o gerenciamento de facilities não mais encontra limitações geográficas, pois, por meio dos dispositivos mobile, é possível realizar diversas tarefas em qualquer lugar.

Os gerentes estão se beneficiando de novos recursos viabilizados por essa onda de mobilidade. Um exemplo prático é a realização de videoconferências e outros tipos de comunicação instantânea facilitados por aplicativos de mensagens — além de outras aplicações capazes de auxiliar em tarefas de gestão e organização de prédios.

Com os aparelhos móveis, é possível otimizar, também, a produtividade das equipes. A tecnologia reduz o tempo ocioso entre as tarefas, melhorando a comunicação dos funcionários e facilitando o acompanhamento dos trabalhos pelas empresas de facilities.

O gerenciamento mobile permite, ainda, o uso de serviços baseados em localização (LBS, ou location-based service), uma evolução do que já é praticado em tecnologia móvel. Esse tipo de atendimento já é muito utilizado para usuários comuns, que têm opções e informações em seus dispositivos baseados no local onde se encontram. Agora, chegou o momento de a área de facilities lançar mão desse recurso.

Imagine um gerente de facilities que cuida de diversos prédios poder controlar o estoque de suprimentos de cada uma das unidades. Ao entrar nos limites de um dos edifícios, por exemplo, o sistema exibe, por meio do aplicativo, uma lista atualizada de todos os materiais disponíveis naquela unidade, emitindo notificações e facilitando o controle.

3. Edifícios inteligentes

Seguindo a crescente onda de dispositivos e veículos smart (inteligentes), agora é a vez dos edifícios apresentarem essa inovação. É visível que a tecnologia está cada vez mais presente dentro dos estabelecimentos comerciais, empresas e residências — e também na área de facilities.

Gerir áreas tão amplas que recebem um grande fluxo de pessoas, por exemplo, requer a utilização de soluções modernas. Recursos como portarias remotas, gerenciadas via internet, e o uso de smartphones conectados a sensores, como já visto no tópico sobre IoT, são grandes exemplos.

A tendência é que os edifícios inteligentes tenham cada vez menos a presença de pessoas trabalhando dentro da própria estrutura, dando espaço para sistemas automatizados. Assim, a segurança pode ser feita remotamente e os ajustes de temperatura e de luz dos ambientes podem ser automatizados.

Uma das tendências mais proeminentes para tornar as estruturas mais inteligentes é o digital twin. Trata-se de uma tecnologia de mapeamento 3D por meio da qual é possível criar uma versão digital do prédio. Essa reprodução fornece uma imagem completa dos ativos, propiciando um gerenciamento mais eficiente das instalações.

Uma das aplicações mais comuns é o escritório digital, que garante uma visualização bem fidedigna do que ocorre no espaço físico. Dessa forma, é possível entender como os funcionários e visitantes interagem com o recinto, coletando e analisando informações sobre áreas e caminhos mais utilizados, o período em que são usados, os recursos demandados e os alertas de manutenção em tempo real.

Uma função prática desse recurso é a reserva de salas de reuniões. O colaborador pode identificar uma sala disponível por meio do mapa virtual e reservá-la eletronicamente. Então, é possível enviar a localização do espaço escolhido para um visitante, a fim de que ele possa se dirigir ao local. Ao mesmo tempo, o gerente de facilities já é notificado da requisição e pode garantir que todos os equipamentos e recursos necessários para a reunião estejam disponíveis — ganhando em eficiência e agilidade.

Essa tecnologia aplicada à área de facilities pode ser uma ferramenta importante para a tomada de decisões. As informações coletadas por meio de câmeras e sensores — e visualizadas pelo digital twin — podem ajudar os gestores a aprimorar o uso dos recursos e a gerenciar equipamentos e equipes. Além disso, a tecnologia contribui para a detecção, eliminação e redução de riscos.

Simulações do espaço de trabalho podem ser feitas para determinar a movimentação e alocação de funcionários, o tamanho das instalações etc. Por exemplo: áreas demarcadas de vermelho podem informar setores subutilizados que poderiam ser mais bem aproveitados, ou podem indicar a necessidade de um downsizing, reduzindo custos de operação.

4. Automação

A automação segue a linha de inovações na área de facilities. Uma novidade que vem ganhando destaque é a utilização de robôs para a execução de tarefas, como o carregamento de produtos.

Essa ainda é uma tendência em fase inicial. Nos próximos anos, porém, podemos esperar grandes avanços na área da robótica. A evolução tecnológica aumentará a quantidade de tarefas que esses sistemas autônomos poderão executar — bem como a sua precisão e eficiência.

Tal cenário confirma o fenômeno que vem ocorrendo no mundo, em que a mão de obra humana é gradativamente substituída por robôs — semelhante ao que aconteceu na indústria automobilística —, em razão da necessidade de redução de custos das empresas.

Mas um dos grandes avanços já presentes na gestão de facilities, atualmente, e que tende a crescer e se integrar a outras tecnologias, são os softwares de automação. Eles consistem em sistemas de gestão que auxiliam os gerentes a planejar e a monitorar as instalações das unidades e seus recursos.

Essas plataformas facilitam a produção de relatórios e a construção de indicadores de desempenho (KPIs) que servem de base para as ações estratégicas da companhia. É uma ferramenta que auxilia as empresas de facilities e seus parceiros nas projeções financeiras e na otimização das instalações.

As empresas que implementam softwares de automação na gestão de facilities percebem benefícios na redução de manutenções corretivas, de custos e de horas extras — e notam, também, uma otimização maior no uso dos recursos. Ao centralizar os dados em uma única plataforma, o sistema contribui para a padronização dos processos. Isso agrega maior uniformidade na prestação de serviços, maior agilidade nos atendimentos e, consequentemente, maior satisfação dos clientes.

5. Adoção do BIM (Building Information Modelling)

O BIM — uma moderna ferramenta utilizada por arquitetos e engenheiros — permite a criação de modelos virtuais tridimensionais de edificações.

Essa tecnologia possibilita a visualização do projeto de uma forma ampla, facilitando a tomada de decisões pelas empresas. Além de poupar recursos, o BIM apoia a construção de edifícios mais sustentáveis e ecologicamente corretos.

Além disso, é possível, estabelecer — ainda na planta — todos os itens que devem ser empregados na construção para melhorar a gestão energética — como a redução do consumo e o reaproveitamento de água.

Trata-se de um sistema que traz benefícios para todos os personagens envolvidos no projeto e na manutenção do edifício. Engenheiros podem calcular com antecedência, de um modo muito claro e consistente, como os diversos sistemas de uma construção vão se relacionar com o projeto como um todo — com a sustentabilidade e com os custos. Os profissionais envolvidos na construção poderão realizar estimativas mais precisas em relação ao tempo e às despesas demandadas pela obra.

O gerente de facilities, por sua vez, poderá utilizar o modelo eletrônico para gerenciar o edifício com maior eficiência. Para isso, ele vai contar com dados precisos para saber onde e como estão os ativos do edifício (equipes, espaços e equipamentos). Dessa forma, ele pode responder rapidamente a chamados de manutenção ou mesmo antecipar ocorrências.

Imagine que cada item da construção tenha um modelo digital inserido dentro do sistema. Ao selecionar o ativo, o gerente pode visualizar todas as informações relacionadas, como especificações técnicas, dimensões, status, entre outros. Dessa forma, por meio do BIM, toda a documentação da edificação poderia ser substituída por arquivos digitais, integrados a sistemas de armazenamento em nuvem, tornando os registros acessíveis a todos os profissionais responsáveis.

O próximo passo da evolução do BIM é o BLM (Building Lifecycle Management), um modelo de informações virtuais do prédio integrados ao sistema de gerenciamento de facilities, compartilhando dados em tempo real por meio da nuvem. Assim, ficaria muito mais fácil gerenciar o ciclo de vida de todos os ativos.

Isso dá ao gerente de facilidades um controle total sobre o edifício, com dados ricos disponíveis para todas as equipes — e não apenas um modelo digital estático da construção.

6. Inspeção por drones

Os drones são equipamentos incríveis e que, nos últimos anos, têm servido de auxílio para as mais diversas atividades.

Tratando-se de facilities, esses dispositivos também chegam como tendência para otimizar a eficiência na execução do trabalho e, literalmente, ampliar a visão desses profissionais. As suas maiores — e mais vantajosas — aplicabilidades estão na segurança, na automação e na manutenção de edificações.

Esses aparelhos podem ser utilizados como ferramentas para avaliar telhados de edificações após alguma intempérie, como chuvas de granizo e fortes tempestades, ou verificar andaimes, fachadas, antenas, chaminés etc. Na verdade, eles são muito úteis em qualquer serviço que necessita apenas de uma inspeção visual mas que deve ser realizado em alturas elevadas.

Outra utilidade dos drones é na vigilância de propriedades, especialmente aquelas de grandes dimensões, que exigem um número maior de seguranças para cobrir toda a área.

7. Utilização de big data

De acordo com o relatório publicado pela Sodexo intitulado 2016 Workplace Trends, o big data tem um grande potencial de reduzir os custos relacionados aos serviços de facilities. De fato, esse recurso vem se tornando um dos ativos indispensáveis às empresas de vários setores.

O grande volume de dados que são produzidos e recebidos pelas empresas todos os dias pode ser utilizado para realizar previsões sobre clientes e usuários de instalações. Além disso, os gestores podem identificar oportunidades para aumentar o engajamento e a produtividade das equipes.

Essa tecnologia pode ser altamente vantajosa para qualquer estabelecimento que poderá gerenciar, por exemplo, de forma autônoma e com base nos dados, o consumo de energia de acordo com o tempo. Isso representaria um melhor aproveitamento dos recursos energéticos e a consequente diminuição dos gastos. Além disso, também seria possível criar perfis de uso das instalações — por funcionários individuais —, de forma que se possa ajustar o espaço para um trabalho mais efetivo.

No entanto, apesar desse rico volume de dados, a mesma publicação afirma que os gerentes de facilities precisam entender como usar essas informações de modo eficaz. É importante que estejam certos de quais resultados desejam alcançar e que saibam definir métricas claras a fim de alinhar suas estratégias aos objetivos do negócio.

É inegável que a tecnologia contribui para a evolução da área de facilities por meio de ferramentas que otimizam as atividades de modo surpreendente. É indispensável, portanto, que os gerentes de facilidades estejam a par dessas inovações e busquem atualização constante. Somente assim poderão alinhar a sua atuação com os avanços do mercado e com as exigências das empresas.

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