Quando falamos em sustentabilidade, uma das palavras que vem mais rápido à mente é reciclagem. O que muitos não sabem é que, dentro da reciclagem, existem diversos métodos para sistematizar e reduzir o consumo de lixo, sendo um deles a coleta seletiva.
Muitas vezes, reciclagem e coleta seletiva são utilizadas como sinônimos, porém é importante distinguir os dois conceitos: a reciclagem é o guarda-chuva maior, ou seja, a coleta seletiva e diversos outros métodos se encontram dentro da prática de reciclar.
A reciclagem diz respeito à transformação de materiais descartados em novos produtos, o que reduz a quantidade de lixo, melhora a qualidade de vida e aumenta a preservação de recursos naturais, entre outros inúmeros benefícios à vida. Apesar de ser um de seus diversos métodos, a coleta seletiva está intimamente ligada a essa prática, já que tem papel fundamental durante o ato de reciclar e gera resultados igualmente importantes.
A coleta seletiva, por sua vez, é a organização dos materiais recicláveis, ou seja, é o ato de separar os materiais recicláveis dos materiais não-recicláveis, para que seja feita a destinação correta desses resíduos e a reciclagem seja realizada de maneira eficiente. Além disso, há como, dentro dos próprios materiais recicláveis, distingui-los em diversas categorias, geralmente por cores, sendo as mais conhecidas:
- vermelho: plástico (garrafas pet, sacolas, embalagens, brinquedos, canos)
- azul: papel (jornais, revistas, caixas de papelão, livros)
- verde: vidro (garrafas, potes de conserva, copos, frascos)
- amarelo: metal (latas de alumínio, parafusos, tampas de garrafas, embalagens alimentícias)
Além dessas, ainda há outras cores menos comuns, como:
- branco: lixo hospitalar (gazes, luvas, agulhas)
- laranja: resíduos perigosos (pilhas, baterias, tinta)
- roxo: lixo radioativo (produtos químicos, solventes, materiais radioativos)
- preto: madeira (galhos, caixas, palitos de sorvetes, palitos de churrasco)
- marrom: orgânico (casca de fruta, coador de café)
- cinza: não-reciclável (todo material que não se pode reciclar)
É importante relembrar que a maioria desses materiais deve estar em boas condições, como no caso de papéis: não devem estar gordurosos nem com sujeiras ou restos orgânicos, pois, se estiverem, a reciclagem não poderá ser realizada, uma vez que a matéria-prima estará comprometida.
A coleta seletiva pode ser realizada de duas formas: a primeira chama-se coleta seletiva domiciliar ou porta a porta; a segunda é a coleta por entrega voluntária ou ponto a ponto.
A coleta seletiva domiciliar é realizada por empresas específicas de coleta de lixo, mas conta principalmente com a ajuda dos próprios moradores ou donos de pequenas empresas, os quais devem separar os lixos em qualquer tipo de recipiente/embalagem — contanto que separados corretamente os materiais orgânicos dos recicláveis. A partir disso, devem deixar o recipiente na calçada, e, semelhante à coleta convencional, os veículos específicos para coleta seletiva deverão passar em horários e dias específicos, mas que não coincidem com os dias e horários da coleta convencional.
A Morhena, por exemplo, é uma das empresas que oferecem essa coleta seletiva. Nós temos um braço do Grupo, a Morhena Ambiental, que consiste em uma empresa especializada em coleta de lixo urbano, coleta seletiva e limpeza urbana de forma geral, além de possuir uma frota de caminhões especiais para esses resíduos específicos, garantindo a destinação correta e a reciclagem dos mesmos.
Já a coleta seletiva de ponto a ponto, como o próprio nome diz, implica em deixar os materiais recicláveis em depósitos específicos fixos espalhados pela cidade, como em farmácias, supermercados, postos de combustíveis, etc.; porém, ao contrário da coleta de porta a porta, este método ponto a ponto já obriga um olhar mais atento no que diz respeito à separação dos materiais: é necessário que, antes de depositar os resíduos, o lixo seja separado em contêineres diferentes, para cada um dos materiais diferentes, assim como a tabela de cores já citada anteriormente nos indica, contendo o nome dos recicláveis (plástico, vidro, papel, etc.). A partir daí, quem fica responsável é a empresa de reciclagem.
À vista disso tudo, retomamos uma importante questão: como, então, a coleta seletiva está ligada à reciclagem?
Para a reciclagem, a coleta seletiva é fundamental, pois garante a destinação correta dos materiais a serem reciclados. Além disso, facilita a transformação de produtos usados em novos, e ainda colabora na otimização do tempo. Fazendo com que a reciclagem seja realizada de maneira muito mais rápida, já que, previamente, os materiais já estão sendo separados nos domicílios. Ou seja, é um trabalho que deve ser feito em conjunto entre os cidadãos, governo e as empresas de coleta seletiva, como Morhena Ambiental.
A parte que cabe aos cidadãos é a separação de lixo de forma correta, uma vez que evita com que os materiais sejam contaminados por outros que inviabilizam a reciclagem. Além disso, repensar a própria relação do consumo, minimizando assim a exploração de recursos naturais e garantindo a preservação ambiental.
É importante dizer também que a coleta seletiva e a reciclagem também contribuem para que menos lixo vá parar em aterros sanitários e lixões a céu-aberto — os quais contaminam lençóis freáticos. Por isso, é extremamente necessário a movimentação por parte do Governo, em campanhas de conscientização e afins, e da Prefeitura, a qual é responsável pela implantação dos Programas de Coleta Seletiva, e a população já que a principal fase da coleta seletiva começa em casa.
Como visto anteriormente, a coleta seletiva tem um enorme papel na reciclagem e seus resultados são surpreendentes. E tudo isso começa com a simples divisão de materiais, feitos pelo cidadão comum. Além da atuação do cidadão na separação de lixo, os catadores também desempenham um ponto importante, atuando na mão-de-obra para a coleta de certos tipos de materiais. Então, além de todos os benefícios, os quais já abordamos, a coleta seletiva ainda é capaz de gerar milhares de empregos!
São por estas razões e muitas outras que é necessário que a população seja ativa e consciente, mantendo sempre em mente os resultados positivos que tanto a reciclagem quanto a coleta seletiva nos proporcionam para uma vida melhor!
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