Maria Fátima da Silva, trabalha na Morhena desde que a empresa ainda era bem pequena e precisava de novos colaboradores. Ela passou por muita coisa durante seu período conosco e quer contar a sua história.
Conhecendo a Morhena muito jovem, recém casada, por intermédio de sua prima, que trabalhava na empresa na época, Maria começou no setor de asseio e conservação no Bradesco.
Conta que nunca tinha trabalhado na vida e que estava muito nervosa no primeiro dia. Mas graças ao treinamento que a empresa oferece a todos os funcionários, depois de uma semana, já estava trabalhando perfeitamente e com confiança que poderia fazer tudo o que lhe pedissem.
Mas Fátima não esteve sempre com a empresa. Em 98 ela teve que se desligar da Morhena para acompanhar o marido à São Paulo e deixar a empresa que lhe tinha aberto as portas pela primeira vez.
Em 2002 ela voltou para Campo Grande, por conta de um fato um pouco triste, estava prestes a se separar do marido. Preocupada em não arranjar serviço em tal situação, recorreu a Morhena que a acolheu tão carinhosamente quanto da primeira vez.
“Senti como se a minha vaga estivesse guardada para mim” brincou ela. Agora, completa 17 anos conosco.
A família de Fátima também encontrou na Morhena a ajuda necessária para começar a vida profissional. Ela colocou as duas filhas para trabalhar na empresa também, quando saíram da escola, para que conseguissem pagar a faculdade. Hoje são enfermeiras graças a todo o esforço e dedicação.
O engraçado é que os netos também trabalharam na Morhena para juntar dinheiro e começar a vida. “A Morhena foi a primeira porta de entrada para praticamente toda a minha família. Vai acabar virando tradição” brincou ela.
“Construí muita coisa com a ajuda da Morhena, nunca viraram as costas para mim, quando precisei de apoio e tempo de repouso depois da separação, eles me deram e apoiaram. Tenho certeza que eles vão sempre me ajudar e eu sempre vou ajudar eles. Tanto que estou aposentada há três anos e eu ainda estou aqui.”
Segundo a Maria, ela se considerava uma pessoa muito fechada e retraída, e depois de começar a trabalhar, começou a se abrir mais, conversar mais e entender melhor os outros.
“A Morhena me ensinou muita coisa e me ensina até hoje” finalizou.




